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13.2.15

O Meco e o Dux

Há uns dias vi um texto sobre o "circo" que os média fazem à volta da tragédia do Meco e lembrei-me de emitir a minha opinião também. Mas naquele dia não estava com muita vontade de escrever, portanto, aqui vai o texto agora.
Sim, foi uma tragédia. Compreendo que os pais das vítimas queiram um culpado, um responsável. Não querem que a morte dos seus filhos tenha sido apenas um acidente que podia ter sido evitado. Mas culparem o Dux é só a maior estupidez. Porquê? Porque não foi ele que os afogou. Sim, pode ter sido num ambiente de praxe, mas e então? Todos eles se podiam recusar a fazer o que quer que fosse que o Dux os "mandou" fazer. E isto só faz que todo este "circo" que os média continuam a fazer seja ainda mais ridículo. Primeiro, porque nada vai trazer aqueles estudantes de volta. Depois, porque acredito que o Dux tenha sofrido também por perder os seus amigos e colegas. E por últmo, porque ninguém é obrigado a nada, a não ser que tivessem uma pistola apontada à cabeça, o que não me parece. E, em jeito irónico, concluo com a frase: A CULPA É DA PRAXE!


PS: convém salientar que eu não adoro a praxe e não concordo com muitos aspectos dela.
PS2: a imagem escolhida foi apenas e só porque a encontrei enquanto pesquisava e se adequa a muita gente que conheço

9.9.14

3º ano, aqui vamos nós!

Recomeçaram as aulas e com elas vem aquela mini-depressão por estar de novo afastada de casa. Acredito que muitos universitários nem sintam muito isso, mas comigo é assim. Talvez seja por estar mais sozinha, porque não vivo com nenhuma das minhas colegas. Sinto uma vontade imensa de voltar para casa, mas não posso. Sei que os primeiros dias são os piores, só me resta aguentar e seguir em frente...

17.6.14

O último exame!


Hoje tive o meu último exame. Espero passar para ficar de férias finalmente. Mais uma vez estudei mais dó que precisava, o que me irrita profundamente. O exame só tinha perguntas soltas, nada de muito pormenorizado, pelo que cheguei ao fim e examinei cada folha para ter a certeza que não tinha saltado nenhuma pergunta, que era só mesmo aquilo. Enfim, o que interessa é que pelo menos até saírem as notas estou de férias!

1.6.14

Mudanças...

Ontem foi um dia atarefado. Como vou mudar de casa durante o ano lectivo, tive que ir buscar a minha "tralha" toda do meu (agora) ex-quarto e trazer tudo para casa. E depois tentar arrumar tudo num espaço insuficiente para tanta coisa. Só posso dizer que enquanto tentava arrumar tudo o meu quarto parecia um cenário de guerra...

30.5.14

O famoso tema das praxes

http://www.asbeiras.pt/2012/03/agressoes-motivam-suspensao-da-praxe-na-universidade-de-coimbra/

Estou no fim do 2º ano da universidade e não frequentei a praxe. Quando entrei na universidade a minha intenção era ser praxada. Talvez tenha sido um erro desistir, talvez eu até tivesse gostado. Mas foi a decisão que tomei e foi o que na altura me fez sentir bem. E não me arrependo, porque graças a isso conheci as pessoas com que me dou melhor agora. Fui praxada durante um dia e não gostei de como me senti. Simplesmente acho que a minha maneira de ser não era compatível com a praxe. Acredito que se tivesse aguentado os primeiros dias talvez começasse a gostar e não tivesse desistido. Respeito quem continuou, quem foi praxado, quem ama a praxe e a defende com unhas e dentes, porque compreendo que viveram situações que os aproximaram e que nunca se vão esquecer. E compreendo quando dizem que quem não foi praxado não pode julgar. Por outro lado, quem foi praxado também não deve julgar quem se declara anti-praxe ou sai da praxe. Cada pessoa que o faz tem os seus motivos e não deve ser descriminada por isso. Apesar disso, ainda hoje eu sou olhada de lado por alguns ditos "doutores" que me praxaram naquele dia. Não gosto de me considerar anti-praxe, porque na verdade não tenho nada contra a praxe. Cada pessoa tem a possibilidade de decidir, de dizer não ao que não querem fazer. Por isso, acho ridículo todo o espectáculo que a comunicação social faz acerca da praxe, principalmente porque só é notícia quando algo corre mal. E, como em tudo na vida, há coisas boas e coisas más, há boas e más pessoas...